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Global Soil Partnership

EUROPEAN P SOIL

dia do solo 2017

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DIA DO SOLO2

 Healthy Soils for a healthy Life

PILAR 2

Pilar 2- Encorajar o investimento, a cooperação técnica e política, a consciencialização através da educação e extensão sobre a temática do solo.

Recomendação 1 (Política) - Os políticos, os seus assessores os decisores e entidades associadas, deverão ser informados, através dos canais da FAO e dos parceiros da GSP, para que melhor avaliem o valor real dos solos para a sociedade, quer em termos ambientais como económicos e para os seus respetivos sectores, de forma a poderem incentivar o desenvolvimento de infraestruturas que permitam a proteção do solo ou a sua gestão sustentada, em linha com os objetivos da Carta Mundial de Solos.

Recomendação 2 (Política) - O desenvolvimento das políticas deverá ser apoiado por uma assessoria harmonizada sobre o estado dos solos, pressões associadas, os seus impactes e as tendências para dar prioridade a intervenções chave (Pilar 4 da GSP).


Recomendação 3 (Educação) - Deverão ser promovidas açõeseducativas sobre a temática do solo: 

Como um tema a incluir no curriculum escolares para todas as idades de forma a melhorar o conhecimento do seu valor e das suas funções;

A nível terciário, a ciência do solo deverá ser promovida como um assunto chave, lecionado como uma disciplina transversal;

Alargar a comunidade de utilizadores através de diferentes canais de comunicação e de ensino;

Atualização de documentação, instrumentos e material de estudo relevantes, devendo ser explorados canais pedagógicos tradicionais e emergentes, de forma a permitir a máxima divulgação de tais materiais;

Cooperação com outros programas existentes;

Aumento do apoio à participação de jovens cientistas dos países em desenvolvimento e ações internacionais de formação.


Recomendação 4 (Consciencialização) - Os parceiros da GSP e a comunidade global de utilizadores do solo deverão promover estratégias, que envolvam a sociedade de forma global e possa utilizar o conhecimentos dos comunicadores profissionais (incluindo os cientistas do solo). Poderia também incluir o desenvolvimento de campanhas e iniciativas várias, para a consciencialização do público, como por exemplo o Dia Mundial do Solo, a qual poderá ser adaptada a diferentes regiões, culturas e escalas de implementação. Sugere-se aos diferentes governos, que sejam previstos investimentos e financiamentos sustentados que possam apoiar programas nacionais a grande escala.

Recomendação 5 (Extensão) - Os serviços de extensão deverão ser apoiados politicamente e financeiramente, desenvolvidos e revitalizados, de forma a poderem refletir os serviços multifuncionais do solo e promover as suas atividades para além da comunidade agrícola tradicional, de forma a poder garantir a utilização sustentável do solo e reduzir a sua degradação, para todos os usos. Deverão ser determinadas as prioridades regionais, tendo em atenção as disparidades em termos do conhecimento de base, da experiência, motivação e apoio, para que possam ser desenvolvidas soluções para os desafios e definidos objetivos para a sua implementação.

Recomendação 6 (Cooperação Técnica) - Deverá ser promovida e reforçada a cooperação científica, entre parceiros regionais, através de esquemas decooperação Sul-Sul e Norte-Sul (ligações aos Pilares 1 e 3).

Recomendação 7 (Investimento) -  A GSP deve promover o investimento em solos, para beneficiar a sociedade e as gerações futuras em interligação com o "Mecanismo de solos saudáveis", de forma a assegurar a eficaz implementação de atividades no âmbito dos cinco pilares de Acão. O retorno dos investimentos (incluindo análise custo-benefício) deve ser avaliado para que o mesmo possa ser disponibilizado às agências de financiamento, aos utilizadores do solo e aos responsáveis políticos, tendo por bases as histórias de sucesso, para futuros investimentos, os quais deverão refletir as prioridades regionais e nacionais e as necessidades dos utilizadores. 

A atual falta de investimento e vontade política para os solos, reflete um deficit da sociedade, no que diz respeito à sua consciencialização e apreço sobre o tema, a qual é por seu lado o resultados das deficiências em termos de ensino a todos os níveis. A necessidade de ultrapassar esta situação deverá ser traduzida em ações efetivas de apoio aos diferentes pilares da GSP, não só em termos de desenvolvimento de políticas, mas também através da alocação de recursos financeiros;
Os diferentes governos deverão ser convidados ao mais alto nível a desenvolver e reforçar políticas nacionais sobre os solos, bem definidas, complementadas, por medidas legais, tendo como ponto central a proteção do solo. O solo deverá estar no centro das políticas do ambiente e da sustentabilidade e não nas suas franjas A GSP reforça o papel vital do solo, para a energia, água, segurança alimentar, biodiversidade, temática das alterações climáticas, em conjunto com o valor económico das funções do solo e as consequências económicas associadas aos processos de degradação.

Deverá também ser estabelecido através de legislação ou regulamentação, a fonte dos financiamentos, para a implementação da lei de proteção dos solos. Politicamente deverá também ser tido em conta que o investimento pode ter origem em financiamento privado e não unicamente publico, de forma a poder garantir a aplicação adequada na proteção do solo a nível nacional e global. A sociedade deve compreender que o solo necessita de atenção, dado ser confrontado com importantes desafios e para a solução dos problemas existentes são necessárias mudanças nas políticas e no investimento nos solos, mudança essa que deverá envolver três aplicações principais: ajudar a enfrentar a necessidade do aumento da produção de alimentos e a manutenção da segurança alimentar, tratar da ameaça da degradação dos ecossistemas e enfrentar as mudanças globais no clima e condições ambientais relacionadas.
Permanece ainda um importante sub-investimento nesta atividadeque necessita de ser reformulado. A comunidade da ciência do solo necessita de se ligar de forma mais efetiva à sociedade em geral.

[Voltar]                                                                                                                   [ver Pilar 3]

PARCERIA EUROPEIA DO SOLO (PES)

 

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Na sequência da Parceria Global do Solo (GSP), foram sendo estabelecidas Parcerias Regionais do Solo, em estreita coordenação com os Serviços Regionais da FAO, tendo como objetivo o desenvolvimento dum processo de consulta interativa com entidades de solo, envolvendo Sociedades de Ciência do Solo e outras entidades regionais relevantes no âmbito das diversas convenções relacionadas. As Parcerias Regionais têm como base as redes regionais existentes, ligando as redes nacionais e locais, os parceiros, projetos e atividades de forma a poder garantir que o processo de parceria é orientado por país.


Estas Parcerias têm por função fornecer orientações sobre metas / prioridades regionais e os mecanismos de implementação necessários e devem rever regularmente os progressos para atingir os objetivos e metas comuns. Em particular, deverão facilitar as ligações com programas e atividades nacionais e locais, de gestão do solo, tendo em vista reforçar o trabalho em solos e desenvolver sinergias com outras iniciativas e atividades relevantes.

Em 31 de Outubro de 2013, a GSP realizou um workshop para discutir a criação da Parceria Europeia do Solo (PES), tendo sido nessa data criada a parceria através do denominado “Comunicado de Berlim”, preparado pelos parceiros da GSP.
O Comité Gestor da parceria é composto por membros da GSP, nomeadamente o Instituto de Estudos Avançados de Sustentabilidade (IASS) da Alemanha (preside), pela Comissão Europeia (que secretaria), o Instituto de Pesquisa de Conservação dos Solos da Eslováquia, o Centro Eurasiático para a Segurança Alimentar (ECFS) da Federação Russa e o European Soil Bureau Network (ESBN). O Comité de Direção desta parceria, no desenvolvimento dos planos de implementação regional europeia para os cinco pilares de atuação do PGS, definiu a liderança para cada um dos vários planos de implementação, propondo-se concentrar as atividades nalgumas prioridades temáticas, tais como o valor económico dos serviços dos ecossistemas prestados pelo solo (liderado pela Comissão Europeia), os solos na agenda de desenvolvimento pós-2015 (liderado pelo IASS e o relatório sobre o estado dos recursos europeus do solo como parte do estado do recurso solo no mundo, relatório do ITPS (liderado pela Federação Russa).

Dadas as especificidades dos membros europeus euro-asiáticos, foi ainda criada uma parceria sub-regional do solo dentro do PES, cobrindo a sub-região euro-asiática e presidido pela Federação Russa, com um plano de implementação específico para as prioridades da GSP, centrado na grande ameaça de salinização do solo.

[Ver a notícia]

PILAR 1

Pilar 1 - Promover a gestão sustentada do recurso solo para a sua proteção, conservação e produtividade sustentada

Um dos objetivos, está relacionado com a necessidade do conhecimento da situação da gestão do solo a nível mundial e em cada região e as tendências em vários países e contextos, experiências práticas e casos de estudo, incluindo processos relevantes ou mecanismos que possam ser implementados para apoiar uma gestão sustentada do solo, envolvendo aspetos técnicos, institucionais, financeiros e políticos, suas restrições e oportunidades na promoção da gestão sustentável do recurso solo.

O solo tem várias funções chave que são importantes para a agricultura, o ambiente, proteção da natureza, arquitetura paisagística e aplicações urbanas, o solo é pois o centro das atenções em temas como a segurança alimentar, a biodiversidade, alterações climáticas, degradação da terra, desertificação, fornecimento de serviços do ecossistema, e é a base para o desenvolvimento agrícola e a sustentabilidade ecológica (Imeson et al., 2011). Contudo as práticas de gestão do solo inadequadas, o aumento das solicitações da população e uma governação desadequada, traduziram-se em degradação e em perda deste recurso natural em várias partes do mundo, reduzindo assim a sua capacidade para poder desempenhar as funções essenciais, salientando-se a importância da proteção e conservação dos solos para a manutenção dos serviços dos ecossistemas. Daí que a promoção duma gestão sustentada do solo, a sua conservação e sustentabilidade é considerada como uma contribuição essencial.
A agricultura é assumida como importante para a segurança alimentar dado produzir os alimentos necessários à alimentação humana e ser a principal fonte de subsistência para 36% da mão-de-obra total de trabalho do mundo, daí a importância da gestão do solo no reforço da segurança alimentar no contexto das alterações climáticas.

A estrutura do plano de Acão do Pilar 1 e os seus objetivos principais são os seguintes:

Desenvolver um plano de ação, que possa abranger a utilização de práticas de gestão sustentável do solo, o seu conhecimento e adoção, fornecimento de serviços dos ecossistemas, bem como o necessário apoio institucional e político;

Identificação das áreas de ação principais para uma gestão sustentada do solo, recorrendo a processos que tenham em conta os principais desafios e prioridades nos diferentes países e regiões;

Permitir Parcerias de Solos regionaispara o estabelecimento das áreas das ações principais, em consonância com os 5 pilares e poder decidir sobre os produtos esperados, através do desenvolvimento de planos de implementação regionais;

Promover uma melhor coordenação do atual trabalho desenvolvido sobre a gestão do solo e implementar novas iniciativas, através da mobilização de recursos de parcerias efetivas;

Ter em conta as diferentes necessidades locais dos utilizadores em termos da gestão sustentada do solo a todos os níveis, incluindo o apoio para poder enfrentar os principais problemas de gestão do solo; bem como colocar o utilizador da terra em primeiro lugar, a todos os níveis, nomeadamente no desenvolvimento de ações de investigação participativas e orientadas para os agricultores;

Abordar todos os usos da terra;

Ter em conta os aspetos socioculturais da gestão dos solo, incluindo um equilíbrio entre a participação por género e da juventude;

Estabelecer um ambiente propício de forma a garantir, que os utilizadores da terra, tem acesso a inputs adequados, conhecimentos, investigação, financiamento e adequada capacidade de planeamento;

Promover a conservação do recurso solo e a restauração/reabilitação das suas funções em solos degradados. 

 [Voltar]                                                                         [ver Pilar 2]

Estrutura do ITPS

A atual estrutura do ITPS, tal como aprovado na Terceira Assembleia da Parceria Global é a seguinte:

I. África 
Nsalambi V. Nkongolo (Republica Democrática do Congo) 
Bhanooduth Lalljee (IlhasMaurícias)
Martin Yemefack (Camarões) 
Isaurinda dos Santos Baptista Costa (Cabo Verde) 
Botle Mapeshoane (Lesotho)

II. Ásia 
Patiram Brajendra (India) 

SoponChomchan (Tailandia) 
Kazuyuki Yagi (Japão) 
BahriuloomAmanullah (Paquistão) 
Mr. Gan-Lin Zhang (China)

III. Europa
Luca Montanarella (Itália) 
GunayErpul (Turquia) 
Rainer Horn (Alemanha) 
Peter de Ruiter (Holanda) 
PavelKrasilnikov (FereaçãoRussa) 

IV. América Latina e Caraíbas 
Juan Antonio Comerma (Venezuela)
Miguel Taboada (Argentina) 
Maria de Lourdes Mendonça Santos Breffin (Brasil) 
Fernando Garcia Préchach (Uruguai) 
Oneyda Hernandez Lara (Cuba)


V. Próximo Oriente
Talal Darwish (Líbano)

Ahmad S. Muhaimeed (Iraque)
SaébAbdelHaleemKhresat (Jordania)

VI. América do Norte 
Dan Pennock (Canada) 
Gary M. Pierzynsky (USA)

VII. Sudoeste do Pacífico 
Neil McKenzie (Australia) 
Siosiua Halavatau (Tonga) 

O ITPS tem as seguintes funções:

Fornecer apoio científico e técnico em aspetos globais de solos, principalmente à Parceria Global de Solos (GSP) mas também a solicitações das instituições globais ou regionais;

Apoiar a inclusão da gestão sustentável do solo em diferentes agendas de desenvolvimento;

Rever e acompanhar a situação dos solos no contexto da segurança alimentar, utilização e gestão de recursos naturais, fornecimento de serviços do ecossistema, adaptação e mitigação das alterações climáticas e outras áreas relevantes;

Rever e endossar do ponto de vista técnico o Plano de Ação da GSP;

Acompanhar a implementação desses Planos de ação, com devida atenção ao seu impacto e às contribuições para diferentes políticas globais e iniciativas relacionadas com o desenvolvimento global, Objetivos de Desenvolvimento do Millenium da Nações Unidas (MDGs),segurança alimentar, adaptação às alterações climáticas e outras matérias relacionadas;

Em situações excecionais, perante situações técnicas complexas, solicitar à Assembleia Plenária e ao Secretariado, a implementação de comissões técnicas tendo como objetivo, fornecer aconselhamento específico.