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Global Soil Partnership

EUROPEAN P SOIL

dia do solo 2017

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DIA DO SOLO2

 Healthy Soils for a healthy Life

PILAR 5

Pilar 5- Harmonização de métodos, determinações e indicadores para a gestão sustentada e a proteção do recurso solo

A padronização de dados de solos irá reduzir o tempo, recursos para a transferência e correlação entre solos de diferentes países e continentes, harmonização esta que irá também facilitar a utilização de dados histórico ou o enquadramento legal, para o desenvolvimento duma base de dados consistente, produzir conhecimentos sobre os solos regionais, assim como formar futuros cientistas, podendo os benefícios desta harmonização ser avaliados a quatro diferentes níveis:

1. Técnico: transferência fácil e eficiente entre bases de dados, permitindo análises.
2. Local: facilidade na comparação de paisagens de solos semelhantes e boas práticas em áreas semelhantes. 
3. Nacional: melhorar a investigação sobre a degradação do solo ou nas oportunidades entre regiões para uma melhor utilização dos recursos naturais.
4. Internacional: abordar assuntos, como segurança alimentar, biodiversidade e desertificação. 

A harmonização seguirá os princípios de cooperação e das operações, podendo ser efetuada utilizando laboratórios de referência para o estabelecimento de normas, as quais serão estabelecidas através das práticas utilizadas para a amostragem de campo, sua preparação e determinação. Daí que uma base de solos partilhada via Web, facilitará a comunicação entre os cientistas e técnicos sobre a qualidade de solo e a sua gestão. 
No âmbito deste pilar, são feitas as seguintes recomendações:

Recomendação 1 - Desenvolver um sistema mais abrangente para a caracterização harmonizada dos solos, que se baseia e integra com abordagens existentes, para descrever, classificar, cartografar, analisar e interpretar solos. 

Recomendação 2 - Dado ser um mecanismo para melhorar a compatibilidade dos dados de solos, todos os membros da GSP deverão ter a possibilidade de poder referenciar a sua informação no sistema de harmonização da parceria, o qual inclui dados já determinados, bem como dados colhidos de novo. O mesmo será implementado com base em princípios de harmonização estabelecidos, assim como nas atividades em curso de estandardização e de harmonização.

Recomendação 3 - Os sistemas de referênciapara descrição de perfis do solo, classificação de solos e sua cartografia, necessitam de ser desenvolvidos. Nesse contexto, deverá ser revisto o documento da FAO (2006), orientações para a descrição de solos, tendo como objetivo continuar o seu desenvolvimento . As referências para a classificação internacional de solos, serão a Base Mundial de Referência para os recursos do solo (WRB) ou a Taxonomia de Solos da USDA, até que o novo sistema padrão seja editado. A GSP apoia o desenvolvimento do novo Sistema Universal de Classificação de Solos.

Recomendação 4 – Revisão das atuais práticas de amostragem de campo, preparação das amostras e determinações (incluindo padrões de laboratório). Preparar especificações e linhas de orientação para abordagens harmonizadas para a determinação das principais propriedades funcionais do solo (químicas, físicas e biológicas).

Recomendação 5 -  Permitir a troca de dados relacionados com os solos em formato digital. Foi alcançado um acordo sobre o modelo da informação de solos global, os serviços de vocabulário e os padrões de metadados. A implementação desta arquitetura orientada para o modelo será consistente com as aspirações da infraestrutura global de informação de solos.

Recomendação 6 -  Rever o sistema de indicadores existente, bem como os processos de avaliação e desenvolver uma abordagem harmonizada, baseada em critérios comuns, linhas de base e limiares, tendo como objetivo, monitorar o estado e a resposta dos solos, sob o efeito de politicas e sistemas de gestão.
Ainda neste pilar são identificados os seguintes desafios:

Desafio 1: A maioria dos dados de solos disponíveis é extremamente heterogénea, daí que o aumento do conhecimento sobre os solos, necessita de dados robustos e harmonizados, o que exige um conceito novo e abrangente para a harmonização.

Desafio 2: A harmonização apresenta benefícios a todos os níveis de uso (do local ao global), envolvendo a obtenção de dados locais, bem como a utilização destes dados agregados para grandes áreas. A partilha de dados é necessária para produzir produtos agregados e ajuda a preencher lacunas de dados, daí que a harmonização se torne particularmente importante em situações em que a informação é compilada a partir de diferentes fontes.

Desafio 3: A harmonização pode ser aplicada independentemente dos dados colhidos (dados disponíveis versus novos dados) assumindo que qualquer padrão utilizado seja conhecido e bem documentado, o que exigirá um acordo sobre os padrões de referência que serão utilizados para a harmonização.

Desafio 4: A harmonização beneficiará os utilizadores internos e externos à comunidade dos solos a todos os níveis, dado que os dados correspondentes serão disponibilizados e partilhados.

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