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Global Soil Partnership

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dia do solo 2017

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DIA DO SOLO2

 Healthy Soils for a healthy Life

CNEMA - A Agricultura de Precisão no Sector Horto-Frutícola: como e porquê?

techfresh CNEMA

Realizou-se no passado dia 15 de Novembro no decorrer da Feira Tecnológica para Frutas e Hortícolas - Tecfresh’18 (CNEMA, Santarém), o seminário intitulado “A Agricultura de Precisão no Sector Horto-Frutícola: como e porquê?”. O evento contou com a colaboração do ISA - Instituto Superior de Agronomia e da FNOP - Federação Nacional das Organizações de Produtores de Frutas e Hortícolas.

Sendo o sector horto-frutícola nacional um sector com enormes potencialidades e em franca expansão, este tipo de práticas agrícolas ainda não está suficientemente interiorizado, face ao que acontece com outras culturas. Neste contexto, este seminário mais do que explicar em que é que consiste a agricultura de precisão, pretendeu dar pistas para a sua adopção, tarefa que ficou a cargo de Manuel Penteado da Agro-Analítica e, através de exemplos práticos de agricultores e organizações que a praticam, nomeadamente a Herdade do Esporão e o Monte Ravasqueira na área da Viticultura, Carmo e Silvério SA e SOGEPOC na área da Horticultura (tomate) e a COTHN na área da fruticultura, foram partilhadas experiências sentidas quando se passa da teoria à prática nas suas mais variadas vertentes, nomeadamente ao nível das vantagens, constrangimentos / limitações e resultados obtidos.

Ficou patente que as tecnologias nos dias já estão mais acessíveis mas ainda existem grandes carências no que diz respeito à capacidade de interpretação e análise de uma cada vez maior quantidades de dados (o novo paradigma dos Big Data). Foram abordadas outras temáticas como a robótica, a detecção remota ou internet das coisas (IoT).

Da parte da tarde decorreram em simultâneo dois seminários: “Desenvolvimento Sustentável – Riscos, prevenção e sustentabilidade na produção agrícola” e “Tomate de Indústria – Oportunidades e Desafios”. No primeiro foi abordada a questão das pragas e doenças emergentes, assim como a gestão e manuseamento dos produtos fitofarmacêuticos na agricultura. Foi discutida a estratégia nacional para a agricultura Biológica a cargo de Cristina Hagatong da DGADR.

No segundo, o foco foi o tomate, produto da maior importância na agricultura nacional, quer a nível interno quer de exportação. Martin Stilwell da Hit Tomato falou das perspectivas de futuro tendo em conta as tendências dos últimos anos, onde referiu que a rega gota a gota se constitui como a principal causa da redução massiva do número de produtores de tomate em Portugal.

Foi abordada também a questão da produção de tomate biológico, onde os desafios/condicionantes, assim como as vantagens/oportunidades reveladas acabam por se constituir como transversais a todos os produtos do sector bio.

Principais condicionantes (Desafios):
- parcelas certificadas/ período de conversão;

- controlo de infestantes;
- gestão da colheita/ sincronização; 
- culturas para rotação;
- risco elevado (infestantes; fitossanidade);
- menor produtividade (ausência de fertilizantes; parcelas).

Oportunidades (vantagens):
- contratação/ escoamento;

- sustentabilidade/ segurança alimentar;
- alternativa à produção convencional (áreas em redução);
- conhecimento técnico/ mecanização;
- abertura de novos mercados.

Na reta final Margarida Oliveira, da Universidade Nova de Lisboa, através do InnovePlantProtect, em parceria com o INIAV, abordou a temática das oportunidades para a indústria do tomate na introdução de novos biopesticidas e modelos e fórmulas de combate às doenças e pragas das culturas.

Fernando Albarran com o Programa Operation Pollinator falou da urgência de reverter a drástica descida do número de polinizadores devido ao desaparecimento dos locais de alimentação e de nidificação. Pretende recuperar os números do passado na procura de uma agricultura intensiva sim, mas sustentável.