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Status of the World’s Soil Resources (SWSR) - FAO and ITPS. 2015

FAOSumário Técnico: Food and Agriculture Organization of the United Nations e Intergovernmental Technical Panel on Soils, Roma, Itália.

The Status of the World's Soil Resources elaborado pelo Painel Técnico Intergovernamental de Solos, resulta do trabalho conjunto de cerca de 200 cientistas de solos de 60 países. A sua publicação coincide com o Dia Mundial do Solo, celebrado dia 4 de Dezembro e também com o encerramento do dia Internacional dos Solos 2015, das Nações Unidas (IYS2015), uma iniciativa que serviu para aumentar a sensibilidade global, sobre aquilo que foi designado, como “ o aliado humanitário silencioso”.

Este documento representa a primeira avaliação global importante sobre assuntos relacionados com os solos que jamais se fez. Destina-se a cientistas, leigos e decisores políticos e providencia, em especial, uma referência essencial (benchmarking) para uma avaliação periódica e relatórios das funções e estado de saúde geral do solo a nível global e regional.


Como mensagens fortes realça-se que os Solos encontram-se em perigo, mas a degradação pode ser revertida e que o crescimento da população, a industrialização e as alterações climáticas ameaçam a saúde dos solos.

Orelatório centra-se nas 10 mais importantes ameaças às funções do solo: erosão, perda de carbono orgânico, desequilíbrio de nutrientes, acidificação, contaminação, alagamento, compactação, impermeabilização, salinização e perda da biodiversidade do solo.

Salienta o facto, de existir um consenso nas estratégias relacionadas com o solo que podem, por um lado, aumentar o fornecimento de alimentos e por outro minimizar impactes ambientais prejudiciais.

A solução proposta, tem em conta uma gestão sustentável do solo e exige a participação duma vasta gama de stakeholders, que vão desde os serviços governamentais até aos pequenos agricultores.

O relatório identifica quatro prioridades para a acção:

  • Minimizar a futura degradação dos solos e restaurar a produtividade dos solos, que já foi degradada, em regiões onde as pessoas são mais vulneráveis;
  • Estabilizar os armazenamentos globais de matéria orgânica do solo, incluindo tanto o carbono orgânico, como os organismos do solo;
  • Estabilizar ou reduzir a utilização global de fertilizantes fosfatados e nitratos, aumentando o seu uso em regiões com deficit de nutrientes;
  • Melhorar o conhecimento sobre o estado e tendências das condições do solo.

Tais acções deverão ser apoiadas por políticas orientadas, incluindo:

  • Apoio ao desenvolvimento de Sistemas de Informação de Solos e previsão da sua alteração.
  • Melhorar a educação e consciencialização sobre aspetos relacionados com o solo, através da sua integração na educação normal e nos diversos curricula da geologia à geografia, da biologia à economia.
  • Investir no desenvolvimento da investigação e na extensão, de forma a desenvolver, testar e disseminar tecnologias e práticas de gestão sustentada do solo.
  • Introdução de regulamentos e incentivos apropriados e efectivos. Pode incluir incentivos fiscais que desencorajem práticas danosas, como por exemplo a utilização excessiva de nutrientes, herbicidas e pesticidas. Podem ser utilizados sistemas de zonagem para proteger os melhores solos agrícolas da expansão urbana. Podem ser utilizados subsídios para encorajar as pessoas a adquirir utensílios e outros inputs com menor impacto negativo no solo, enquanto a certificação das culturas sustentáveis e práticas de gestão da pecuária, podem produzir de forma comercialmente mais atrativa e com melhores lucros.
  • Apoiar a implementação da segurança alimentar a nível local, regional e internacional, tendo em conta os recursos do solo a nível nacional e as suas potencialidades para gerirem a sua sustentabilidade.

 Aceder ao relatório neste siteRecursos - Publicações [Pub. nº 12]

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